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Celebrar um contato de locação pede atenção aos detalhes, principalmente em relação à garantia que será adotada. Com medo de ficar com o imóvel parado, proprietários muitas vezes escolhem utilizar garantias mais frágeis com o objetivo de viabilizar o negócio. Além disso, a falta de informação sobre o que o mercado oferece também pode resultar em insegurança para as partes. Não é incomum locadores e inquilinos acreditarem em mitos para depois descobrirem que não fizeram o melhor negócio. Confira alguns deles:

– Fiador é a melhor garantia na hora de alugar 

Por que não é verdade? Apesar de ser de longe a garantia mais utilizada (com cerca de 45% dos contratos celebrados com este tipo de fiança, segundo o Secovi-SP – Sindicato da Habitação de São Paulo), a imagem de segurança inabalável do fiador nem sempre condiz com a realidade. “Por natureza, contratos de locação são de médio a longo prazo e mesmo que no momento da assinatura do contrato se exija que o fiador tenha imóvel escriturado na cidade da locação, nada impede que ele o venda depois. Além disso, em 30 meses, período comum de vigência deste tipo de contrato, muita coisa pode acontecer, até o próprio falecimento do fiador. Outro detalhe que as pessoas não se atentam é que decorrido o prazo mínimo, o contrato se torna por prazo indeterminado, mas a lei autoriza que o fiador seja retirado do negócio, caso seja a sua vontade. Quando isso acontece, é comum até o contrato ficar sem garantia nenhuma, prejudicando principalmente o proprietário”, afirma Raquel Mahseredjian, diretora Operacional da corretora Unioncorp.

– Seguro fiança é caro 

Por que não é verdade? A forma de fiança que garante efetivamente a receita mensal do proprietário em caso de inadimplência (cobrindo até despesas acessórias como IPTU e condomínio) já conta com produtos desenvolvidos a custos mais acessíveis, como o Fiança Fácil (www.fiancafacil.com.br), o Porto Aluguel Básico e o Aluguel Seguro Cardif. Nestes modelos, a necessidade essencial do locador – a renda proveniente do aluguel – está amparada. Em outras modalidades de seguro o custo acaba sendo maior, chegando até a dobrar, por contemplar também a cobertura de danos ao imóvel, multas rescisórias e pintura interna e externa.  “É comum o proprietário não exigir o seguro por achar que vai afastar interessados, mas as empresas estão apostando em soluções que tornam essa modalidade mais acessível. A principal vantagem é poder contar com um contrato efetivamente seguro”, explica Raquel.

– Tenho disponibilidade financeira e não conto com um fiador. A caução é o melhor negócio 

Por que não é verdade? Segunda maior opção de fiança, com quase 40% dos contratos fechados com este tipo de garantia, a caução de três alugueis pode trazer prejuízos para as duas partes. Do lado do proprietário, uma eventual inadimplência pode facilmente resultar em débitos acima do valor depositado, fazendo com que o proprietário tenha ainda que arcar com despesas como condomínio e IPTU. Além disso, segundo levantamentos da Unioncorp no Estado de São Paulo, processos judiciais em casos como este costumam levar em média 10 meses para que se tenha uma sentença definitiva favorável ao proprietário, sem contar custas e honorários do processo.

Já o locatário muitas vezes é compelido a ficar no imóvel mais tempo do que gostaria, isso porque é comum que na entrega das chaves o proprietário não disponha do dinheiro depositado. Segundo a diretora, a saída neste tipo de situação é garantir o contrato com um título de capitalização. “Ainda é uma opção pouco utilizada no mercado. O título pode inclusive ser negociado acima do valor de três aluguéis, o que possibilita ao proprietário amparar o risco de inadimplência do contrato, entre outras obrigações. Para o inquilino, a vantagem é ter a certeza de que poderá resgatar o valor na entrega das chaves, com correção, tendo até a opção de aplicar o valor na garantia de outro imóvel no futuro. Além disso, o locatário ainda concorre a prêmios em dinheiro pela Loteria Federal”, conclui.