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A avaliação cadastral é o “sistema de segurança” dos prestadores de serviço contra a inadimplência, apontando qual é o grau de risco de um cliente não cumprir com a obrigação financeira de um contrato, seja ele de financiamento de um automóvel, da ligação da TV por assinatura ou até de aluguel. Baseados na análise passada pelas empresas de crédito, prestadores de serviço fecham ou não os contratos, sempre com o objetivo de proteger seus clientes e/ou zelar pela sua própria rentabilidade. Mas até que ponto a avaliação cadastral é fiel, dentro de um cenário econômico flutuante? E por quanto tempo essa análise permanece confiável? Dentro do mercado imobiliário, especificamente, o que pode ser feito para manter a saúde das carteiras de locação?

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil terá até o final deste ano 1,2 milhão de novos desempregados. Para os contratos de locação, o número é alarmante não só para o fechamento de novos negócios, mas também para os que já estão em vigência. Segundo levantamento da Unioncorp, corretora especializada em garantias imobiliárias, o maior nível de inadimplência ocorre justamente após o primeiro ano de contrato. “A avaliação que foi feita antes do fechamento não vale para dois, três anos. Muita coisa pode acontecer na vida do locatário neste período e infelizmente o desemprego é uma delas”, explica Maria Cristina Caldeira, diretora técnica da Unioncorp.

Para Cristina, quanto mais frágil a economia, menor o prazo de validade das avaliações de cadastro e, neste cenário nebuloso, a missão da imobiliária é proteger seus contratos, adotando sempre garantias efetivas. “O seguro fiança atualmente é a modalidade que melhor protege aquela que muitas vezes é a única renda do proprietário, além de demais obrigações sobre o imóvel, evitando, em caso de inadimplência, perdas financeiras tanto para o locador quanto para a própria imobiliária”, adverte ela.